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'Três pré-candidatos a governador são contra o projeto', diz Valdeci Oliveira

Lei que altera o Teto de Gastos foi aprovada pela Assembleia Legislativa
FOTO - Joel Vargas/Agência ALRS FOTO - Joel Vargas/Agência ALRS

Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou, na sessão realizada na terça-feira, 17, a Lei que altera o Teto de Gastos, processo que era o último entrave para adesão do Estado ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF). Após intensas negociações e resistências, inclusive, com quórum insuficiente na sessão do último dia 10, o PLC 48/21 foi aprovado com 32 votos favoráveis e 13 contrários. Esta adesão ao RRF prevê a renegociação da dívida do Estado com a União. De acordo com informações da Secretaria Estadual da Fazenda, a dívida estimada é de R$ 74 bilhões. A homologação é feita pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). Essa pauta, defendida pelo governador Ranolfo Vieira Júnior, tem ganhado “tons eleitorais”, pelo fato de não ser aprovada por alguns pré-candidatos ao Piratini no pleito de 2022. O senador Luis Carlos Heinze (PP) e o ex-ministro Onyx Lorenzoni são os principais críticos à adesão a RFF. De acordo com Heinze, o próximo governador do Estado não terá liberdade para governar. Já Lorenzoni diz não se sentir à vontade de colocar o futuro do RS em uma situação que não sabe para onde vai. O Regime de Recuperação Fiscal tem gerado muitas polêmicas envolvendo as bases aliadas e contrárias a esta pauta. O presidente da Assembleia Legislativa, Valdeci Oliveira (PT), contrário a esta pauta, concedeu entrevista exclusiva aos veículos de comunicação do Complexo Luz e Alegria. Durante o bate-papo, conduzido pelo apresentador Celso Santos, Valdeci deu sua opinião sobre o que a mudança da lei que altera o Teto de Gastos pode causar nas finanças do Estado nos próximos nove anos.

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