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Reajuste de 16% no mínimo regional é sancionado pelo governo do RS

Tarso Genro assinou projeto aprovado no início de dezembro na AL.O aumento no piso regional passa a valer a partir de 1° de fevereiro. Tarso Genro assinou projeto aprovado no início de dezembro na AL.O aumento no piso regional passa a valer a partir de 1° de fevereiro.

O governador Tarso Genro sancionou nesta sexta-feira (19) o projeto de lei que aumento em 16% o valor do salário mínimo regional do Rio Grande do Sul. A cerimônia aconteceu ao lado de dirigentes sindicais no Palácio Piratini, em Porto Alegre, sede do governo estadual. O reajuste passa a valer a partir de 1° de fevereiro.O projeto foi aprovado no início de dezembro pela Assembleia Legislativa. O valor da faixa 1 de remuneração – a mais baixa – passa de R$ 868 para R$ 1.006,88. Para a faixa 2, R$ 1.030,06, R$ 1.053,42 para a faixa 3, R$ 1.095,02 para a faixa 4 e R$ 1.276 para a faixa 5. Há, ainda, duas mudanças. Uma delas prevê que trabalhadores do comércio hoteleiro, de restaurantes, bares e similares sejam mantidos na faixa 2. A segunda foi a que alterou a validade do reajuste de 1º de janeiro para 1º de fevereiro.Faixas de remuneraçãoFaixa 1: trabalhadores na agricultura e na pecuária; nas indústrias extrativas; em empresas de captura do pescado (pesqueira); empregados domésticos; em turismo e hospitalidade; nas indústrias da construção civil; nas indústrias de instrumentos musicais e de brinquedos; em estabelecimentos hípicos; empregados motociclistas no transporte de documentos e de pequenos volumes - “motoboy”, e empregados em garagens e estacionamentos.Faixa 2: trabalhadores nas indústrias do vestuário e do calçado; nas indústrias de fiação e de tecelagem; nas indústrias de artefatos de couro; nas indústrias do papel, papelão e cortiça; em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas; empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas; empregados em estabelecimentos de serviços de saúde; empregados em serviços de asseio, conservação e limpeza, e trabalhadores nas empresas de telecomunicações, teleoperador  (call-centers), “telemarketing”, “call-centers”, operadores de "voip" (voz sobre identificação e protocolo), TV a cabo e similares; empregados em hotéis, restaurantes, bares e similares.Faixa 3: trabalhadores nas indústrias do mobiliário; nas indústrias químicas e farmacêuticas; nas indústrias cinematográficas; nas indústrias da alimentação; empregados no comércio em geral; empregados de agentes autônomos do comércio; empregados em exibidoras e distribuidoras cinematográficas; movimentadores de mercadorias em geral; trabalhadores no comércio armazenador, e auxiliares de administração de armazéns gerais.Faixa 4: trabalhadores nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico; nas indústrias gráficas; nas indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana;nas indústrias de artefatos de borracha; em empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito; em edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares; nas indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas; auxiliares em administração escolar (empregados de estabelecimentos de ensino); empregados em entidades culturais, recreativas, de assistência social, de orientação e formação profissional; marinheiros fluviais de convés, marinheiros fluviais de máquinas, cozinheiros fluviais, taifeiros fluviais, empregados em escritórios de agências de navegação, empregados em terminais de contêineres e mestres e encarregados em estaleiros; vigilantes; trabalhadores marítimos do 1º grupo de Aquaviários que laboram nas seções de Convés, Máquinas, Câmara e Saúde, em todos os níveis.Faixa 5: trabalhadores técnicos de nível médio, tanto em cursos integrados, quanto subsequentes ou concomitantes. (G1-RS)(Nelson Buzatto) 

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