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Ponte da integração tem data de inauguração definida

Solenidade será realizada no dia 6 de dezembro
FOTO - Edevaldo Stacke FOTO - Edevaldo Stacke

Após a obra ter sido concluída e liberada para o uso da comunidade regional, a inauguração oficial da Ponte da Integração deve acontecer no dia 6 de dezembro de 2019, com o corte da fita inaugural acontecendo, inicialmente, no local da obra, por volta das 9h30. Após, haverá formação da mesa das autoridades e pronunciamentos, no ginásio paroquial de Rodeio Bonito.

A data será histórica para a região, a medida que esta obra começou a ser projetada ainda no ano de 2002, como uma ponte auxiliar para a construção de dois complexos de geração de energia no Rio da Várzea, por um grupo de cooperativas denominado Coogerva, sob a liderança da Creluz e de seu presidente, Elemar Battisti.

A partir de então vários estudos começaram a ser realizados e a ponte também chegou a ser projetada sobre o barramento de um dos complexos, porém, questões como a sua extensão e o custo final da obra pesaram para que o empreendimento passasse a ser projetado fora das usinas, em um determinado local onde o leito do rio da Várzea é mais estreito.

A mobilização

No ano de 2013, comitiva de prefeitos liderada pelo prefeito de Liberato Salzano, Gilson de Carli, procurou Battisti na sede da Creluz em Pinhal, para uma audiência solicitando o projeto da ponte para a busca de recursos junto ao Governo Federal. A estratégia deu certo e, em 2014, as obras iniciaram se estendendo até 2019, quando através de uma união dos municípios da Amzop e Creluz, o trabalho foi concluído com o pagamento de um aditivo solicitado pela empresa responsável pela construção.

Além do projeto de engenharia, levantamentos e estudos ambientais necessários para a execução da obra, o Grupo Creluz adquiriu áreas nas duas margens do Rio e doou para os municípios de Rodeio Bonito e Liberato Salzano, facilitando a abertura dos acessos sem a necessidade de desapropriações, além de ceder duas casas adquiridas em território salzanense para que os trabalhadores da obra pudessem se hospedar durante o período de construção.

“A região está ganhando uma ponte construída de forma comunitária, um feito com a marca do cooperativismo e da união da sociedade em torno de um ideal, terminando com décadas de isolamento, não apenas entre dois municípios, mas sim de duas regiões de um Estado”, resume o presidente do Grupo Creluz, Elemar Battisti.

*Edevaldo Stacke/Ascom Creluz

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