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No Twitter, Bolsonaro critica auxílio-reclusão e promete rever regras

O novo governo vai focar em medidas que não dependem da aprovação do Legislativo
Foto: Marcos Correa / Presidência / AFP / CP Foto: Marcos Correa / Presidência / AFP / CP

O presidente Jair Bolsonaro criticou a forma atual de pagamento do auxílio-reclusão, concedido a famílias de detentos, e prometeu rever as regras para desinchar a máquina pública e "fazer justiça". "O auxílio-reclusão ultrapassa o valor do salário mínimo. Em reunião com ministros, decidimos que avançaremos nesta questão jamais colocada em pauta quando se trata de reforma da previdência e indevidos. Em cima de muitos detalhes vamos desinchando a máquina e fazendo justiça!", escreveu Bolsonaro no Twitter na manhã desta sexta-feira, 4.

O novo governo vai focar em medidas que não dependem da aprovação do Legislativo antes de apresentar uma proposta de reforma da Previdência. Uma dessas medidas é a implementação de uma carência para que o segurado do INSS receba o auxílio-reclusão. A ideia é estipular uma exigência de 12 contribuições mensais, carência não existente hoje.

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