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Morte de sindicalista abala funcionalismo público estadual

Presidente do Sindsepe disse que crime deve ser debitado na conta do atual governo Presidente do Sindsepe disse que crime deve ser debitado na conta do atual governo

A morte do vice-presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Estado do Rio Grande do Sul (Sindsepe RS), Rogério da Silva Ramos, de 52 anos, ocorrida nessa quarta-feira, abalou emocionalmente todo o funcionalismo público estadual. “É o retrato da falta de segurança pública que deve ser debitada ao atual governo que não permite nem a reposição de efetivo da Brigada Militar”, desabafou o presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos do RS (Fessergs), Sérgio Arnoud. “Ele era uma referência. A luta que fazia vai continuar com mais força. Ele tornou-se um símbolo do nosso movimento”, acrescentou o presidente do Sindsepe RS, Claudio Augustin.Para Arnoud, a política do atual governo é responsável pela “morte de mais uma vítima da violência na sociedade". Já Claudio Augustin lembrou que o sindicalista atuava na área da saúde e tinha uma intensa militância realizada há muitos anos. “Uma coisa tenho certeza: ele foi uma peça importante na construção do nosso movimento”, ressaltou. A entidade está prestando todo o apoio à família do sindicalista. Já o setor jurídico pretende acompanhar o andamento da investigação policial sobre o crime. No acampamento montado pelo funcionalismo público estadual na praça da Matriz, no Centro de Porto Alegre, o sentimento era de luto e pesar na manhã desta quinta-feira, sobretudo na barraca do Sindsepe RS. “Até a quarta-feira ele estava ali com a gente”, recordou Augustin. (Nelson Buzatto) Foto: Facebook / Reprodução / CP 

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