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Júri condena acusado de matar manicure a mais de 22 anos de prisão

Para a pena, foram considerados ocultação de cadáver e homicídio quadruplamente qualificado
Em plenário, réu sustentou que matou vítima para se defender durante um desentendimento. Foto - Cristiane Luza Em plenário, réu sustentou que matou vítima para se defender durante um desentendimento. Foto - Cristiane Luza

Vinte e dois anos e três meses de prisão, em regime inicial fechado, foi a pena fixada para Luiz Carlos Godoy Inglez, 40 anos, acusado de matar com 14 facadas e ocultar o cadáver de Dirlei Cavalheiro, 36 anos. Na cadeia desde 3 de junho de 2017, o réu foi submetido a júri popular nesta terça-feira, 11 de junho, em sessão presidida pelo juiz de Direito Alejandro Rayo no Fórum da Comarca de Frederico Westphalen. Da decisão cabe recurso.

Familiares e amigos da mulher, além de estudantes de Direito e pessoas da comunidade, estiveram presentes. Para o somatório da pena, os sete jurados consideraram a ocultação de cadáver e homicídio quadruplamente qualificado por feminicídio, motivo torpe, meio cruel e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. Atuaram na acusação, o promotor de Justiça Denis Gitrone e o advogado Demetryus Grapiglia como assistente. Já a defesa foi feita pela defensora pública Amanda Amaral.

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