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Greve dos caminhoneiros afeta setor leiteiro

O Sindicato da Indústria dos Laticínios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul (Sindilat) estima que 40% da produção diária de leite no Estado está sendo afetada pela mobilização dos caminhoneiros O Sindicato da Indústria dos Laticínios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul (Sindilat) estima que 40% da produção diária de leite no Estado está sendo afetada pela mobilização dos caminhoneiros

O Sindicato da Indústria dos Laticínios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul (Sindilat) estima que 40% da produção diária de leite no Estado está sendo afetada pela mobilização dos caminhoneiros. Conforme o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, os veículos de carga estão sendo impedidos de chegar às residências dos produtores, que não têm capacidade de armazenar grandes quantidades. Além disso, alguns caminhões com cargas perecíveis também têm ficado retidos nos protestos.“Nós estimamos que aproximadamente 40% da produção diária está sendo afetada por conta dos bloqueios. Apesar das informações de que as cargas perecíveis estão sendo liberadas, vários associados do sindicato afirmaram que estão retidos nos bloqueios. Estes problemas já estão atingindo a cadeia de produção”, salientou o presidente do Sindilat. A estimativa é de que o Rio Grande do Sul produza, diariamente, 13 milhões de litros de leite. O Sindilat estuda entrar com uma ação judicial para garantir a livre circulação dos caminhões de transporte do leite.Desde o início da manhã de ontem, caminhoneiros de vários estados do país realizam manifestações em rodovias estaduais e federais devido ao aumento no preço dos combustíveis. No Rio Grande do Sul, há registro de manifestações em pelo menos 20 pontos. Inormações Rádio Guaíba(Agostinho Piovesan) 

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