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Grêmio faz recuo estratégico na busca por reforços

Clube adota cautela para contratar novos jogadores Clube adota cautela para contratar novos jogadores

O artifício não é nenhuma novidade. Quando se perde alguma negociação e a escassez no mercado aperta, os clubes normalmente adotam o famoso “recuo estratégico”. O Grêmio aderiu à tática após a ida de Carlos Muñoz para o Santiago Wanderers, na sexta-feira da semana passada. Tem, no entanto, praticamente um mês pela frente antes que as alternativas disponíveis se tornem ainda mais raras. A janela de transferências internacionais, um caminho para fugir da bolha do mercado brasileiro, encerra-se em 21 de julho. Depois, só podem chegar jogadores que cujos contratos tenham se encerrado até esta data. Dentro do País, a limitação de que o atleta não possa defender outra equipe depois de sete jogos no Brasileirão diminui consideravelmente o número de opções de qualidade a cada rodada. Em uma ou duas semanas, a maioria daqueles que podem ser bons reforços já estarão impossibilitados de trocar de time. “Demos uma parada estratégica. Estamos sempre alertas, mas demos uma recuada”, destaca o diretor de futebol César Pacheco, que deve ser nomeado oficialmente como vice de futebol entre hoje e amanhã. Nomes são oferecidos aos montes diariamente. O clube adota cautela para não errar na contratação do centroavante “Eu não sabia que tinha tanto jogador uruguaio, argentino, chileno, colombiano jogando fora da América do Sul”, acrescenta o dirigente. (CP) Lucas Faustino

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