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Coredes e Amzop cobram a realização de obras no setor viário de 42 municípios

O Secretário informou que ainda neste ano deverão ser retomadas as obras de pavimentação asfáltica de rodovias, já iniciadas.  Ele admitiu que a regiões dos 42 municípios da Zona da Produção (abrange os dois Coredes) são as mais abandonadas em relação ao sistema viário O Secretário informou que ainda neste ano deverão ser retomadas as obras de pavimentação asfáltica de rodovias, já iniciadas.  Ele admitiu que a regiões dos 42 municípios da Zona da Produção (abrange os dois Coredes) são as mais abandonadas em relação ao sistema viário

Mais uma vez Prefeitos e lideranças fazem cobranças ao Estado, para que sejam realizadas obras no setor viário em dezenas de municípios. Em vários locais, as estradas não têm condições de trafegabilidade. Uma parceria entre o Estado e as Prefeituras visando a realização de pequenas obras de recuperação de estradas foi sugerida secretário de Transportes e Mobilidade, Pedro Westphalen, durante encontro com lideranças de 42 municípios realizada nesta sexta-feira, em Pinhal, na sede da Fundaluz. “Nós podemos disponibilizar material e os municípios participam com máquinas e assim realizar tapa-buracos em trechos de rodovias estaduais”, disse Westphalen.No encontro promovido pelos Conselhos Regionais de Desenvolvimento, Codemau e Várzea (regiões de Frederico Westphalen e Palmeira das Missões), o Secretário anunciou que já iniciaram obras emergenciais (tapa-buracos) nas rodovias, garantindo condições de escoamento da sagra agrícola. Ele admitiu que alguns trechos de rodovias intermunicipais estão intrafegáveis e exige atenção imediata do Daer.O evento teve a participação da Creluz e da Emater. Os prefeitos e lideranças estão preocupados com o atraso da região, em relação ao setor viário. Passam os anos e as ligações asfálticas não são realizadas. Além disso, as atuais estradas estaduais estão em precárias condições. Nos últimos anos  poucos investimentos foram realizados nesta área. “A região ficou abandonada”, reclamou um dos prefeitos presentes.O Secretário informou que ainda neste ano deverão ser retomadas as obras de pavimentação asfáltica de rodovias, já iniciadas.  Ele admitiu que a regiões dos 42 municípios da Zona da Produção (abrange os dois Coredes) são as mais abandonadas em relação ao sistema viário. “Nós queremos mudar essa realidade, mas precisamos de tempo”, afirmou.O presidente do Conselho Regional de Desenvolvimento do Médio Alto Uruguai (Codemau), Edemar Girardi disse que a região espera agilidade do estado no atendimento das demandas da região. “Os anos passam e as coisas não acontecem na prática”, reclama. Ele elogiou a disposição da secretaria de Transportes e Mobilidade realizar parcerias com as prefeituras. A mesma posição foi defendida pelo presidente do Corede Várzea, Paulo Fernandes.Já o presidente da Associação dos Municípios da Zona da  Produção, Antônio Carlos Damin, de forma imediata é preciso garantir as condições mínimas de trafegabilidade das rodovias estaduais da região. “O transporte da produção agrícola, de frangos, leite, suínos e aves está sendo prejudicada em razão das precárias condições das estradas”, afirmou.O prefeito de Frederico Westphalen, Roberto Felin Júnior participou do encontro com o Secretário, que tratou da estrada que liga a cidade até Castelinho e dos acessos/cabeceiras da ponte do rio da Várzea. Do encontro também participaram os vereadores, Gildo Buzatto, Edson Dalmolin e Diogo Duarte. “Podemos fazer uma parceria entre o Estado e os municípios e recuperar a estrada”, destacou Felin Júnior.Várias pessoas se manifestaram durante o encontro. Falaram o presidente da Câmara de Vereadores de Iraí, Júnior Galera; o prefeito de Pinhal, Edmilson Pelizari, além do presidente da Amzop, Antônio Carlos Damin; do presidente do Codemau, Edemar Girardi; o presidente da Creluz, Elemar Battisti; o presidente do Corede Várzea, Paulo Fernandes e o próprio Secretário Westphalen. Após as manifestações aconteceram os encontros, com o Secretário, de comissões de prefeitos e lideranças.O presidente da Creluz, Elemar Battisti fez um relato em relação ao atraso das obras de construção das usinas no Rio da Várzea, em função da não liberação de licenças pela Fepan. “A gente sente-se impotente. O projeto das usinas/Coogerva, já passou pro 17 órgãos, o tempo passa e não podemos dar continuidade às obras já iniciadas”, ressalta Battisti. “Agora a alegação é que o rio da Várzea é habitat do Dourado, situação criada em razão de interesses de empresas que pretendem construir grandes empreendimentos no Rio Uruguai”, relata. Ele apelou ao Secretário para que interfira junto á Fepam e que seja liberada a licença que possibilite a retomada das obras deste grande empreendimento.(Agostinho Piovesan)

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