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Com greve da polícia, ocorrências no RS podem ser registradas na internet

Confira abaixo o link para a Delegacia Online da Polícia Civil do estado.Paralisação de servidores da segurança segue até esta sexta-feira (11). Confira abaixo o link para a Delegacia Online da Polícia Civil do estado.Paralisação de servidores da segurança segue até esta sexta-feira (11).

Com a manutenção da greve de servidores da área da segurança pública do Rio Grande do Sul até a próxima sexta-feira (11), algumas ocorrências só poderão ser registradas pela internet. Quem precisar do serviço deve acessar o site da Polícia Civil, na área da Delegacia de Polícia Online.Devem ser feitas na internet ocorrências de perda de documentos, acidentes de trânsito sem vítimas, furto, injúria e outros crimes de menor potencial ofensivo. Nas delegacias, ainda é possível registrar homicídios, estupros,  flagrantes, roubos e outros casos mais graves.O registro pela internet tem a mesma validade do presencial, segue um tramite e é investigado. A polícia salienta a importância de fazer a ocorrência, mesmo que seja de situações menores, para que os casos possam ser apurados e os culpados, punidos.Policiais civis e militares decidiram manter a greve motivada pelo parcelamento dos salários do Executivo em quatro vezes, medida que causou indignação dos servidores, motivou protestos e deu início à uma paralisação de mais de 40 categorias do funcionalismo público estadual. A remuneração dos servidores será dividida em quatro parcelas, quitadas ao longo do mês. Pelo segundo mês consecutivo os salários dos servidores públicos serão parcelados, desta vez em quatro parcelas. Além dos R$ 600 já depositados, mais R$ 800 serão pagos até o dia 11 de setembro. Já no dia 15 está programado o crédito de R$ 1.400. A parcela complementar para quem ganha acima de R$ 2.800 será creditada até dia 22.A medida provocou uma greve geral dos funcionários públicos. A Federação Sindical dos Servidores Públicos no Rio Grande do Sul (Fessergs) estima que 100 mil servidores tenham aderido à paralisação. Professores, policiais civis e militares e agentes penitenciários foram os que mais participaram do movimento até agora.A União também repetiu a medida adotada no mês anterior e bloqueou novamente as contas do governo do estado na terça-feira (1). O governo gaúcho garante que a medida não vai afetar o pagamento dos salários dos servidores. Na quarta (2), Sartori foi a Brasília acompanhado do procurador-geral do estado, Euzébio Ruschel, para participar de reuniões no Supremo Tribunal Federal (STF) para tratar do assunto. No entanto, o encontro terminou sem definição.O advogado-geral da União, Luis Inácio Lucena Adams, participou da reunião junto com o secretário do Tesouro Nacional, Marcelo Barbosa Saintive. Após o encontro, Adams disse que a posição do governo federal é pelo cumprimento do contrato da dívida. A mesma posição foi manifestada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, no dia anterior. (Nelson Buzatto) 

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